Ecologia de Lagos Rasos e Invasões

Contato

O maior interesse do laboratório é entender a biologia das invasões por animais e plantas, e como essas interações afetam a biodiversidade e o funcionamento do ecossistema. Entender as interações tróficas em lagos rasos e seus efeitos sobre a estabilidade desses ecossistemas também um dos interesses do laboratório. Para avaliar essas questões trabalhamos com macrófitas aquáticas, invertebrados do plâncton e bentos, bem como temos utilizado peixes. O laboratório trabalha na interface entre ecologia de comunidades e ecossistemas, e tem aplicado uma variedade de métodos para identificar as forças que determinam as interações ecológicas, o que inclui amostragens em campo, bem como abordagens experimentais. A maioria dos trabalhos de campo são desenvolvidos na planície de inundação do alto rio Paraná e no reservatório de Itaipú, sendo que os estudos experimentais incluem abordagens em micro e mesocosmos, e experimentos in situ.

Atualmente, o laboratório é coordenado pelo professor Roger Paulo Mormul. Uma das espécies foco é o bivalve invasor Limnoperna fortunei, popularmente conhecida como mexilhão dourado. Uma das prioridades do laboratório é a formação de recursos humanos, por meio da iniciação científica de alunos do curso de Ciências Biológicas da UEM e da orientação em nível de pós-graduação (mestrado e doutorado) no curso de Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais.

O laboratório tenta propiciar o desenvolvimento de trabalhos de teses e dissertações relevantes para o conhecimento das comunidades aquáticas em geral, com ênfase no zoobentos e fauna associados às macrófitas aquáticas.

Pesquisadores